Retrospectiva 2015

2015 foi um ano legal pra mim.

Saí de um emprego onde fiquei 5 anos mas não me sentia mais realizado. Ao mesmo tempo em que renovava minha paixão por desenvolvimento web e queria me dedicar somente a isso e mais nada.

Como que ouvindo meus anseios, a “providência” deu-me de presente uma vaga de desenvolvedor front-end numa simpática e competente agência de design na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Note-se que esta vaga “presenteada” foi a última de uma série de outras “não-presentadas”. Estava ficando cada vez mais frustrante meu desejo de achar uma boa oportunidade no mercado de front-end carioca.

À mundanca de emprego seguiu-se, como não podia deixar de ser, uma mudança no estilo de vida. Novos colegas, nova cultura e principalmente novos desafios neste universo por vezes assustador que é o desenvolvimento para web – onde por mais que se dedique e estude quase sempre fica a sensação que se está atrasado e desatualizado.

Na agência, como já é de praxe no mercado de web atualmente, usava-se WordPress em todos os projetos. Já sentando na cadeira com projetos para finalizar – prazo correndo – e outros na fila, tive que passar uma fase intensa de estudo e desenvolvimento com este CMS. Aqueles momentos em que você precisa aprender uma coisa já tendo que aplicar este conhecimento e entregar tudo funcionando amanhã.

Depois de três ou quatro projetos no WP, no entanto, cheguei a ficar tão familiarizado e à vontade com ele, que surgiu uma sensação de esgotamento e repetição (que nada tem a ver com a qualidade da ferramenta em si, vale dizer).

Foi quando me inscrevi em cursos online e comecei a estudar Laravel, forçando minha cabeça e se abrir um pouco mais. Ainda não tinha nada em vista pra fazer com ele mas bateu um interesse e achei que era hora de iniciar mais uma etapa.

Numa dessas felizes coincidências da vida, que muito comemoro e valorizo, fui chamado pela minha antiga empresa para refazer um site complexo que fora totalmente construído com PHP procedural, e que tinha se tornado impossível de manter. Nem preciso falar que topei e qual foi minha escolha de ferramenta a utilizar.

Ao mesmo tempo fechava na agência um projeto que me consumiu durante quase metade do ano e onde aprendi muito. Um daqueles projetos que são realmente gratificantes pelo desafio que representam em tantos sentidos: programar, coordenar com equipe, organizacão do tempo etc.

Por isso, olhando pra trás, digo sem pestanejar que 2015 foi um ano muito bom pra mim. Mesmo que ao meu redor, seja na esfera nacional ou global, tanta coisa estivesse ruindo.

Mas e você, 2016? Que faremos juntos?